O azulejo lava a sua luz
Tem o brilho
Do movimento exacto
Dos seus vestidos
E o seu rosto é limpo.
Com suas próprias mãos
Sem acabar se acaricia.
A luz lava o brilho
Do azulejo. A luz o lava
No seu vestido
E o seu rosto é um.
Com suas próprias mãos
O quebra e inicia.
Daniel Faria
terça-feira, agosto 18, 2009
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